PAD Saúde

Hospitais e redes assistenciais

Transição segura do hospital para o cuidado domiciliar.

A PAD Saúde apoia a passagem do paciente para o domicílio com avaliação técnica, planejamento individualizado e comunicação entre as equipes envolvidas.

A admissão depende de elegibilidade clínica, condições do domicílio, recursos disponíveis e alinhamento entre os responsáveis.

Profissionais estabelecendo parceria para continuidade assistencial
01Avaliação de elegibilidade
02Plano assistencial
03Comunicação entre equipes

Para quem é esta jornada

Apoio para instituições e equipes assistenciais.

Para quem precisa organizar uma saída hospitalar responsável quando o paciente ainda demanda acompanhamento técnico.

Hospitais gerais e especializados.
Clínicas de retaguarda.
Equipes responsáveis pela alta hospitalar.
Núcleos internos de regulação.
Coordenações médicas e de enfermagem.
Serviços sociais hospitalares.
Operadoras e instituições parceiras.
Médicos assistentes envolvidos na desospitalização.
Equipe médica avaliando um caso clínico

O desafio da transição

Alta hospitalar exige continuidade e planejamento.

A passagem entre hospital e domicílio é um dos momentos mais sensíveis da jornada. Falhas de comunicação, interrupção do tratamento ou ausência de estrutura podem aumentar riscos no pós-alta.

A transição segura considera manutenção do plano terapêutico, condições do domicílio, rede de apoio e comunicação organizada com a instituição de origem.

Como apoiamos

Continuidade assistencial após a alta.

A atuação pode contribuir para organizar diferentes aspectos da transição.

Planejamento responsável da liberação do leito.
Manutenção do tratamento indicado no domicílio.
Plano assistencial individualizado.
Organização da passagem entre hospital, paciente e família.
Monitoramento clínico após a alta.
Comunicação entre equipe hospitalar e equipe domiciliar.
Orientação aos familiares e cuidadores.
Redução de riscos relacionados à desassistência no pós-alta.

Fluxo operacional

Do encaminhamento ao início do cuidado em casa.

    Etapa 01

    Sinalização

    A equipe identifica um paciente com possibilidade de alta e necessidade de assistência domiciliar.

    Etapa 02

    Informações iniciais

    A instituição apresenta diagnóstico, evolução, prescrição, dispositivos e previsão de alta por canal seguro.

    Etapa 03

    Elegibilidade

    A equipe técnica avalia complexidade clínica, condições residenciais e suporte disponível.

    Etapa 04

    Plano assistencial

    Equipe, frequência, materiais, equipamentos e orientações são organizados conforme a necessidade.

    Etapa 05

    Alta e transferência

    Logística, ambiente domiciliar e orientação familiar são alinhados antes da transição.

    Etapa 06

    Acompanhamento

    O cuidado começa no domicílio com monitoramento e comunicação conforme o fluxo pactuado.

Antes da admissão

Critérios avaliados para uma decisão assistencial segura.

Os critérios são analisados em conjunto e não representam aprovação automática do atendimento.

Condição clínica atual.
Diagnóstico e comorbidades.
Grau de dependência funcional.
Risco de instabilidade clínica.
Necessidade de suporte ventilatório ou oxigênio.
Sondas, ostomias, acessos e outros dispositivos.
Curativos ou cuidados complexos.
Prescrição e frequência de medicações.
Necessidade de reabilitação multiprofissional.
Condições do ambiente domiciliar.
Familiar ou cuidador de referência.
Comunicação disponível para intercorrências.
Previsão de alta e plano terapêutico.

Perfil assistencial

Situações que podem ser encaminhadas para avaliação.

Alta hospitalar programada.
Dependência parcial ou total para atividades diárias.
Necessidade de cuidados de enfermagem.
Acompanhamento técnico por período definido ou contínuo.
Uso de sondas, ostomias ou dispositivos.
Curativos simples ou complexos.
Oxigenoterapia.
Ventilação não invasiva.
Reabilitação e acompanhamento multiprofissional.
Condições crônicas que exigem supervisão.
Risco aumentado de reinternação.
Necessidade de orientação familiar.

Integração assistencial

Comunicação clara para uma transição mais segura.

O compartilhamento deve ocorrer por canais apropriados, com finalidade definida e proteção de dados.

Recebimento do relatório de alta.
Análise da prescrição atualizada.
Alinhamento com o médico assistente.
Contato com serviço social ou equipe de alta.
Comunicação com a coordenação de enfermagem.
Informações essenciais para manutenção da assistência.
Retornos de evolução quando pactuados.
Orientações à família e ao cuidador.

Responsabilidade técnica

Processos que sustentam o cuidado domiciliar.

Avaliação de admissão domiciliar.
Plano de cuidados individualizado.
Orientação à família e ao cuidador.
Registro das informações assistenciais.
Prevenção de quedas e eventos adversos.
Cuidados de higiene e prevenção de infecções.
Conferência de materiais e equipamentos.
Rotina de acompanhamento e monitoramento.
Comunicação de intercorrências.
Supervisão técnica da assistência.

Benefícios da parceria

Mais organização para a instituição e segurança para o paciente.

Apoio ao planejamento responsável da alta.
Continuidade assistencial após a internação.
Menor risco de desassistência no pós-alta.
Orientação estruturada à família.
Cuidado domiciliar conforme a necessidade.
Comunicação assistencial organizada.
Fortalecimento da rede de cuidado.
Acompanhamento da jornada após a transição.
Melhor definição de responsabilidades.

Preparação do encaminhamento

Informações que ajudam na avaliação de elegibilidade.

Não envie dados clínicos pelo WhatsApp. A equipe orientará o canal seguro após o primeiro contato institucional.

01

Identificação e contato

  • Identificação do paciente.
  • Cidade prevista para atendimento.
  • Contato do responsável legal ou familiar.

02

Informações clínicas

  • Diagnóstico e evolução recente.
  • Prescrição atualizada.
  • Dispositivos e suportes em uso.
  • Grau de dependência.
  • Previsão de alta.

03

Contato institucional

  • Médico assistente.
  • Equipe de alta ou serviço social.
  • Instituição de origem.

Perguntas frequentes

Informação clara para tomar decisões melhores.

As respostas apresentam uma visão geral. A equipe pode orientar sobre as particularidades de cada situação.

A equipe analisa elegibilidade, condições clínicas, estrutura domiciliar, recursos necessários e organização do início do atendimento.

Sim. A avaliação é individual e verifica se a estrutura disponível permite atender o paciente com segurança.

Os canais, documentos e responsáveis são definidos com a instituição encaminhadora, respeitando sigilo e proteção de dados.

Normalmente são solicitados relatório recente, prescrição, diagnóstico, dispositivos, grau de dependência e previsão de alta. O canal seguro é orientado pela equipe.

Não recomendamos o envio de prontuário ou resumo clínico pelo contato público. Inicie a conversa sem dados do paciente e aguarde a orientação do canal institucional adequado.

O tratamento das informações deve seguir finalidade definida, controle de acesso, sigilo e bases legais aplicáveis à assistência em saúde.

Primeiro contato institucional

Organize a transição com responsabilidade e segurança.

Inicie uma conversa sem compartilhar dados clínicos. A equipe indicará os próximos passos e o canal apropriado para avaliação.